segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Passeando por aí...

É bem difícil parar para escrever nessa correria toda. Acredito que só com as aulas começando que vamos nos ater a uma rotina mais regrada, mas é muito difícil não ficar doido para aproveitar tudo de uma vez só. Paris, apesar de conhecida como destino romântico, é muito familiar. Para quem vem rapidinho, sem filhos, uma outra face da cidade fica escondida. São vários parquinhos espalhados pela cidade, com brinquedos separados por idades, chão emborrachado, de modo que se gasta bem pouco (ou nada!) em passeios com as crianças. E estamos no verão, né! Todo mundo sai da toca, os parques sempre com muita vida, um longo dia (que termina depois das 21h) para aproveitar. O negócio é tão interessante que ainda nem fui na parte mais turística de Paris, rsrsrs...devo ir essa semana, tem um parquinho instalado no Jardin de Tuileries e as Paris Plages que devem ser, no mínimo, interessantes. Além disso, quero levar Liv na Torre de novo, porque sempre que ela vê uma torre diz que é "o Paris" :)

Fora os inúmeros parquinhos espalhados pela cidade, segue a lista do que fizemos essa semana:

1) Jardin d'Acclimatation

Linha 1 (amarela) - Estação "Les Sablons" ou Estação "Porte Maillot" (opte por essa segunda se preferir chegar no parque através de um trenzinho).

O lugar é imenso, lindo, cheio de brinquedos. Tem uma parte de brinquedos estilo "parque de diversões", com atrações pagas e que exigem, na maioria das vezes, que a criança tenha mais de 90cm. Mas, se não quiser pagar brinquedos, existem vários outros espalhados pelo parque. Tem também alguns animais soltos, outros presos, apesar de não ser exatamente um zoológico. Já conhecia o parque, mas ele é tão legal que fomos de novo este ano e, provavelmente, iremos mais algumas vezes :P





Nessa região ficam fontes jorrando água no verão :)

2) Château de Vincennes e Parc Floral

Linha 1 (amarela) - Estação "Château de Vincennes"

Ainda não conhecia. O castelo é bem característico, com um fosso, torre, sinos, tanto que Liv falava o tempo todo que ia encontrar a princesa. Para visitar a catedral e o donjon precisa pagar. Mas, para só andar por lá, não precisa pagar nada. Achei que o passeio seria mais legal, mas foi fraco... Liv curtiu subir as escadas, ir até o sino, mas confesso que não achei grande coisa.

 Catedral logo ali na frente


Lá está o donjon.



O melhor veio depois. Fomos ao Parc Floral, que fica ali perto (atrás do castelo, mas tem que ir por fora) na Bois de Vincennes. Que lugar lindo! Além de brinquedos, tem teatro, animais, muitas plantas, um viveiro (?) de borboletas...há a possibilidade de alugar bicicleta familiar e andar pelo parque. Como chegamos relativamente tarde, ainda ficou muita coisa para explorarmos por lá. Mas, como gostei muito e não é longe de onde estou morando, devo voltar em breve. Vale MUITO a pena! 




Depois do passeio eu comi, finalmente, um confit de canard. Estava uma delícia!



Essa semana fomos também ao Mercado de Pulgas (marché aux puces) de Saint Ouen. Uma 25 de março parisiense, rsrsrs, sem glamour nenhum. Não tirei foto, mas comprei roupas por €10, então tá valendo! Para quem curte antiguidades também o lugar é super interessante. Só aviso que é uma parte bem diferente de Paris, cheia de camelôs, não é todo mundo que tem paciência para esse tipo de passeio. Chegamos pela linha 4 (rosa? roxa? rsrs), estação "Porte de Clignancourt". 

Fui também ao cinema com a minha prima. O filme era americano com legendas em francês (óbvio!) e eu consegui entender tudo. Não sei se entendi por causa do inglês ou do francês, mas o importante foi ter entendido. Antes do filme tomamos uma cerveja (€5,50 250ml) em um lugar que é tipo um shopping aberto, em Bercy. Já conhecia o lugar e acho que vale muito a pena uma visita :)

Estamos aproveitando bastante o verão e agora mais ainda que estamos mais adaptadas às 5h de diferença do Brasil. Quem for um dia passear por Paris com crianças não pode deixar de ir neste blog: http://www.parisdespetits.com.br/

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Matrícula na escola

Hoje fomos na mairie (prefeitura) de Maisons-Alfort, onde estamos efetivamente morando (fica na grande Paris), para fazer a matrícula da Liv na École Maternelle. Na França, todas as crianças no ano em que completam 03 anos (em 2015, todas as crianças que nasceram em 2012) tem direito à escola pública, mesmo as estrangeiras. Os procedimentos foram simples. Basicamente é necessário levar o que eles chamam de "livret de famille", que, no meu caso, foi a certidão de nascimento dela com tradução juramentada; um atestado de saúde comprovando que ela foi vacinada para DT Polio (tradução juramentada) e comprovantes de residência. Este último documento pareceu ser o que eles mais encrencavam, visto que apenas as pessoas residentes mesmo naquela cidade podem usufruir do sistema educacional (para evitar que pessoas de outras cidades ou bairros tirem as vagas dos residentes). Como estou dividindo apartamento com a minha prima, precisei levar cópia do aluguel dela, da conta de luz e, também, comprovantes da minha parte que estava morando lá (levei um comprovante de conta bancária, que também abri hoje, e é possível levar alguma correspondência que tenha recebido em seu nome).

Lá, no mesmo espaço, preciso comprovar que não estarei à toa (hahahaha - leia-se: estudando ou trabalhando) para que ela também usufrua da cantina da escola. Os pais que estão à toa precisam buscar as crianças para almoçar e depois deixar na escola de novo no período da tarde. A conta da cantina chega a cada 2 meses na sua residência e você pode pagar como preferir. Ela pagará 2,51 euros cada dia (o que deve dar em torno de 40 euros por mês). Na quarta-feira a tarde eles não tem aula. Por isso, os pais que possuem compromisso (trabalho, estudo ou sei lá mais o quê) podem deixar a criança no "centre de loisirs", na própria escola (uma espécie de colônia...eles passeiam, nadam, brincam), pagando uma taxa de 13,81 euros cada vez que a criança precisar ficar no período da tarde. Toda quarta-feira é preciso avisar se a criança vai ficar.

As aulas começam as 9h da manhã. Se você precisar deixar a criança entre 8-9h ela pode ser recebida gratuitamente. Caso precise deixá-la antes disso, precisa cadastrar no "pré-accueil", de 7h30 às 8h e paga uma taxa de 0,86 euros cada vez que ela ficar. A aula termina às 16h. Se você não pode buscar essa hora, pode cadastrar no "post-accueil" também pagando a mesma taxa cada vez que ela ficar. O cadastro é feito na própria escola e como ainda não sei meus horários, não sei também se vou precisar desse serviço. 

Quando as aulas começarem conto melhor a experiência, por enquanto, tenho que esperar. Eles estão em férias e retornam apenas alguns dias antes do início das aulas. E, como tudo por aqui se resume a um lindo parquinho, segue a petite no parquinho que tinha dentro da mairie, onde ela fez uma "amiguinha que fala francês" =)



terça-feira, 4 de agosto de 2015

As primeiras interações...

Chegamos em um dia bem "friozinho", com nada mais que 34graus. Foram horas dentro de um avião, mas classifico a viagem como tranquila. Dormimos quase todo o percurso e o restante do tempo foi usado com entretenimento de bordo e comida. Mas, obviamente que Liv estava super agitada, preocupada com "os brinquedos de Paris", precisava liberar as energias. Chegamos em casa, comemos alguma coisa, e saí com ela para um dos muitos parquinhos por aqui. Depois de muito brincar sozinha, chegaram três crianças e ela veio sentar ao meu lado, parecia estar com vergonha.

Expliquei que as crianças falavam francês e ela: "ah, mas eu sei falar francês" e começou a dizer as poucas palavras e músicas que conhece. Ainda assim, não quis interagir com as crianças. Não forcei. Uma menininha de 4 anos veio falar com ela. Expliquei para a menina que ela estava envergonhada, que não conseguia falar francês. Liv falou alguma coisa e a menina: "ah, mais elle parle!" [ah, mas ela fala!]. Sorri e disse que ela falava, mas falava apenas português. Conversa vai, conversa vem, um menininho veio oferecer a ela umas plantinhas, dizendo que era uma fleur. Liv sorriu, foi  buscar plantinhas e entregou a ele, sem dizer nada. Estabeleceu-se a primeira conexão. Depois disso, escorregaram juntos e ela pediu para ir embora. E assim foi a primeira interação...

No geral, rolam alguns bonjour da parte dela e de vez em quando um ça va. Já aprendeu que tem trois ans e, por enquanto, não apresentou resistência à língua. Prossigamos!

sábado, 1 de agosto de 2015

As malas

Quando a bolsa saiu foi embora a preocupação financeira maior. Isso alivia um monte de coisas, inclusive, o peso de arrumar as malas, porque qualquer coisa que eu posso esquecer pode ser facilmente adquirida no lugar pra onde vou. Basicamente vou levar uma mochila super pequena de mão (para coisas com acesso imediato, tipo lencinhos umedecidos); uma mala pequena de mão (acesso fácil, mas não imediato); duas malas grandes e um carrinho. O carrinho é seu aliado (repita isso 20x).

Bom, como não estou muito preocupada com as malas grandes, foquei toda minha preocupação nas malas de mão. É importante lembrar que estarei com uma criança de 3 anos durante 12h em um avião e nada pode faltar neste intervalo. Da última vez que viajamos ela estava doentinha, passou mal a viagem inteira, usou todas as roupas extras dela e eu estava sem nenhuma roupa extra. Fiquei fedendo a vômito até chegar. Além disso, tem os eletrônicos que não tenho coragem de despachar...como computador, HD externo, máquina fotográfica. 

Levarei, então, na mochila super pequena:
- notebook e HD;
- documentos e dinheiro;
- tablet;
- celular;
- uma calcinha para Liv;
- uma calça mais quentinha e um casaquinho (eventualidade, porque será verão na saída e na chegada);
- lencinhos umedecidos (também é aliado!);
- um livro;
- óculos escuros.

Na mala de mão:
- pasta com documentos extras (nunca se sabe!);
- mais mudas de roupas (para Liv E para mim);
- lanchinhos;
- carregadores;
- máquina fotográfica;
- remédios básicos;
- brinquedos.

Nas duas malas grandes estou levando roupas de frio e nossas roupas de verão. Não vou levar todos os calçados e nem todas as roupas... Uma frasqueira apenas com o básico para sobreviver um dia, porque assim que chegar vou ao supermercado comprar. Levo apenas duas toalhas para cada uma de nós e comprarei mais se for necessário. Levo também feijão preto, cuscuz e tapioca (hahaha), porque preciso ser precavida com os gostos peculiares da minha paraibana (ao menos até nos organizarmos). Pareceu de bom tom levar um petit cadeau para as duas secretárias que aguentaram todos os meus telefonemas e e-mails. Levo um também para o professor. Os presentes são da região, para garantir que vai agradar :P Não vai nada de especial além do estritamente necessário. 

Depois disso tudo, o resultado que tenho é esse:

Para um período de um ano o volume parece bem razoável, né? :P


Au revoir!

domingo, 26 de julho de 2015

A novela do visto francês - Pt. Final

Depois de idas e vindas, finalmente no dia 02 de julho a convention d'accueil chegou de volta no CNAM. Eu que não sou boba, pedi uma cópia digitalizada e no dia 03 eles postaram meu documento pelo chronopost. Estava feliz e contente pensando que se o documento não chegasse a tempo de cumprir meu agendamento dia 09, eu simplesmente remarcaria. Eis, então, que um colega das agonias francesas me informa que ele só conseguiu agendamento para 20 de agosto! Corri no site do consulado para simular uma mudança de data e constatei que eles não tinham mesmo mais nenhuma data disponível em nenhum dos consulados. Pronto, entrei em pânico.

Enviei um e-mail para a chefe de vistos do consulado em Brasília e ela me disse que eu não precisava remarcar, que poderia ir apenas com a cópia (aleluia!!!) do documento. Agradeci por ter sido precavida em pedir a tal cópia digitalizada...seguro morreu de velho! :P Somente dia 14 de julho o documento chegou em casa (11 dias depois de ser postado em Paris). Ou seja: quatro meses depois do meu primeiro contato solicitando a convention, recebo finalmente em casa.

Fui ao meu agendamento dia 09 de julho, fui atendida no horário, muito bem atendida, por sinal. Entreguei os originais para conferir e as cópias ficaram com eles. O passaporte também é retido e enviado posteriormente pelos correios. Sobre a convention d'accueil, eles ficaram com a cópia e pediram que eu levasse a original em um consulado ou embaixada mais perto apenas para carimbar. No meu caso, Recife fica mais perto e é lá que vou. Liguei na embaixada depois de receber o documento, mas disseram que é preciso aguardar o visto chegar para levar o visto e a convention para ser carimbada.

Dia 23 de julho pela manhã (14 dias depois) recebi os meus vistos pelos correios. Liguei no consulado e dia 29 de julho vou carimbar a tal da "convention d'accueil" para viajar dia 02 de agosto. Tudo nos 45' do segundo tempo. Mas, ao menos tudo correu bem.

De acordo com o consulado, quando chegar em Paris devo ir validar o meu visto no OFII (Office Français de l'Immigration et de l'Intégration), levando o documento que eles me entregaram no dia do rendez-vous preenchido. Segue um e-mail que foi compartilhado comigo falando dos dois tipos de vistos que podem ser dados quando você solicita um visa "scientifique chercheur":

2 types de visa sont délivrés par les services consulaires :

            - le visa scientifique d’une validité de 3 mois

            - le VLS-TS ou le Visa Long Séjour valant Titre de Séjour

Si vous obtenez un visa scientifique de 3 mois, vous devrez faire une demande de carte de séjour (Baixe aqui os documentos necessários).

Si vous obtenez un VLSTS vous n’aurez pas besoin de faire une demande de carte de séjour scientifique; en revanche vous devrez faire « valider » votre visa par l’OFII dans les trois mois suivant votre date d’arrivée en France.  Vous devrez envoyer une demande de visite médicale à l’OFII, la feuille de demande avec les coordonnés de l’OFII vous sera remis à l’ambassade. 

Après avoir pris rendez-vous à  l'OFII, une vignette valant titre de séjour est apposée dans votre passeport, cette dernière étape valide votre VLS-TS. Vous devrez vous acquitter d'une taxe d’environ 260 € prévue dans le cadre de la validation du VLSTS.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

TPV - Tensão pré-viagem

Faltam exatamente 15 dias para o embarque. Agora já assumi que falta esse tempo, é com ele que vou trabalhar. E de repente começo a "amarelar". Claro e obviamente que não vou amarelar, mas tem horas que toda a empolgação e a ansiedade por viver coisas diferentes somem e dão lugar a questionamentos. Medos e receios. Nessas horas eu foco na mala, nas coisas que preciso levar, nas coisas que preciso fazer, mas parece inevitável sentir essas coisas. São sentimentos que às vezes aparecem travestidos de "medo de não dar conta", "medo de travar na língua", "medo de ser muito difícil", mas que só eu sei o que eles realmente são. 

Quem me conhece bem sabe que tenho muita dificuldade em lidar com grandes mudanças. Eu me preparei para este momento, mas talvez não tenha me preparado para o que ele significa pessoalmente. Quebras que eu relutei em fazer; caminhos novos que relutei em seguir; aceitações (necessárias) que não consegui atingir. E isso tudo parece que vai acontecer ao mesmo tempo. A vida está caminhando nesse rumo. E tem horas que eu tento pará-la, naquela vã necessidade de dar mais uma chance ao caminho que já se apagou, não existe mais. Mas o mundo parece estar resoluto. Ele segue me dizendo (over and over) que é preciso seguir e deixar o rio correr...e, às vezes, simplesmente deixar correr, desapegar (da gente mesmo), não se esforçar, é o mais difícil de fazer. Estou certa que assim farei. Vai ser um tempo para moi. Para reencontrar moi-même.

É preciso compreender radicalmente que muitas travas são colocadas por nós mesmos. E, quando é assim, cabe apenas a nós mesmos retirá-las. Cá estou eu, então, retirando-as. Vestindo-me de coragem e força para travar mais essa luta. Perdi uma batalha, mas a guerra ainda não está perdida. 

E que venham os quinze jours avant le voyage. Allons!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Inserindo a pequena no francês

Uma dúvida muito grande que eu tinha em relação a levar uma criança para passar um tempo no exterior era a questão da língua. Preocupava-me (preocupo-me) com a inserção na escola, em especial, visto que ela será um ambiente obrigatório para eu poder estudar. A primeira coisa que fiz foi matriculá-la em uma escola no Brasil, pois não queria que a primeira experiência dela fosse em outro país, outra língua, não queria exigir demais da pequena. Mas, ficava a questão, será que eu devo falar em francês com ela? Pesquisei, perguntei a quem passou pelo mesmo, e todos diziam que antes de estar no país a outra língua não fazia sentido, então havia uma recusa por parte das crianças. Todos também diziam que no outro país em torno de 2 meses eles já estavam falando, sem problemas, que o início era mais difícil. Isso eu percebi nas poucas vezes que tentei falar em francês, Liv dizia que não queria.

Bom, para não ficar sem fazer nada, baixei alguns desenhos em francês, aplicativos com "comptines" (músicas do folclore), e recentemente encontrei na Livraria Leitura alguns livros infantis em francês. Então, ela se diverte assistindo desenhinho, gosta de assistir as comptines, canta as músicas em francês (do jeito dela) e eu fico mais tranquila porque ao menos o ritmo da língua ela está vivenciando. Ela sabe nomear algumas coisas e acredito que o sentido dessas coisas virá com a vivência no cotidiano. Mas, são cenas dos próximos capítulos. Eu não costumo traduzir os desenhos, pois eles são bem auto-explicativos...os livros eu traduzo a primeira vez que leio (ou explico a história) e depois fico contando em francês mesmo. Ela presta atenção e não fica irritada por ser em outra língua (ainda bem!).

Os aplicativos de celular que ela mais curte: Chansons (que redireciona para o youtube as comptines, e por isso só funciona com internet); Comptines (que funciona offline, mas precisa comprar para abrir todas as músicas; eu comprei e ela adora); Langage! (um aplicativo de formar frases. Cada vez que ela clica o aplicativo fala a palavra e quando a frase é formada aparece uma animação com a frase que ela fez - exemplos bizarros como "la banane danse avec le broccoli entre deux vaches").

Este livrinho é muito lindo, fala sobre amor materno...uma raposa-criança que está de mau humor e diz que ninguém a ama. A mamãe diz que o ama, independente do que aconteça, mesmo que ele vire um besouro, um urso ou um crocodilo :)

Uma das aquisições na Livraria Leitura (RioMar - Recife)

Um dos exemplos das comptines que baixei para a Lívia, você pode encontrar aqui: https://www.youtube.com/watch?v=fzxYjZv7M0Q

E, fica para os próximos capítulos a inserção na língua... ;)